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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Exposição de trabalhos "ReCria a Cabra" no Terra de Maio! :) méééé

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A Câmara Municipal de Castro Marim organizou recentemente a iniciativa «Recria a Cabra», destinada aos alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos das escolas do Algarve.

Trata-se de “um desafio à criatividade e ao talento” dos jovens da região que, a partir de um molde da cabra de raça algarvia, vão pintar e recriar motivos que definem esta espécie de mamífero ruminante tão característico do nordeste algarvio.

Cerca de 600 alunos participaram no concurso, organizados em grupos de cinco a dez elementos pelas turmas das suas escolas, contando com a colaboração dos professores no desenvolvimento das obras artísticas sobre o molde da cabra a apresentar.

Os trabalhos da operação «Recria a Cabra» serão apresentados numa exposição colectiva, no Centro Multiusos do Azinhal, durante a próxima edição do Terra de Maio.

:) méééé

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cabrinhas Urbanas, em voga nos Estados Unidos!!! :) méééé

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Hoje li um artigo muito divertido no New York Times! :)

Parece que uma parte da população Nova Iorquina tem vindo a adquirir Cabrinhas para companhia! A vantagem, diz quem aderiu à moda, é que além das festinhas há leite fresquinho todos os dias para o pequeno-almoço!

As cabras leiteiras estão a tornar-se o desafio para alguns citadinos desejosos de produzir a sua própria comida. Apesar dos animais serem proibidos em muitas cidades, nomeadamente, Nova Iorque, Heidi Kooy, uma energética empreiteira de 41 anos e detentora de 2 cabrinhas anãs nigerianas, desenterrou uma cláusula no departamento de saúde pública de São Francisco que permite a existência de duas cabras por lar.

Aspirantes a guardadores de cabras de Portland, Oregon e Berkely, têm estado desejosos de encontrar disposições igualmente amigas das cabras. Noutras cidades, os entusiastas têm estado a criar grupos de pressão para conseguirem obter uma legislação mais tolerante.

Curiosos? Poderão ler todo o artigo aqui! :)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cabras do Gerês sãs e salvas!!! :D * mééé

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Esta semana li um artigo no Correio do Minho que me alegrou bastante: já existem 450 cabrinhas do Gerês!


De acordo com a publicação, em 2003 haviam apenas 75 exemplares da Cabra do Gerês e segundo um estudo publicado na revista National Geographic, esta cabrinha que muitos julgavam caminhar para a total extinção entrou em franca recuperação.

Em 1998, existiam apenas vinte animais em dois cercados espanhóis, muito perto da nossa fronteira, e a “fuga de três indivíduos num destes cercados e a libertação, entre 2000 e 2001, de mais 25 animais, terão constituído o núcleo da espécie em território português”. O relevo do terreno e uma dieta generalista facilitaram o seu rápido reaparecimento e aumento. 

O estudo da revista National Geographic concluiu ainda que a Cabra do Gerês está segura e o seu futuro parece garantido!

:) méééé

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sabiam que há três mil anos atrás havia uma cabrinha réptil?! :D * méééé

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 Foi recentemente atribuído aos investigadores do Instituto Catalão de Paleontologia, o Prémio Internacional “Paleonturología 10”, concedido pela Fundação Dinópolis.

O trabalho publicado na revista “Proceedings of National Academy of Science”, analisa a estratégia evolutiva de uma espécie de cabra primitiva que viveu nas ilhas Baleares, de nome Myotragus balearicus.

Esta cabrinha sobrevivente diminuiu o ritmo do seu metabolismo até este passar a funcionar como o de um réptil.
Esta evolução produziu-se para que o animal conseguisse poupar recursos energéticos e assim sobreviver num ambiente onde escasseavam alimentos.

Extinta há três mil anos, esta cabrinha apesar de viver numa ilha onde não tinha predadores, não dispunha de muita vegetação para se alimentar. Salvador Moyà-Solà, um dos autores do estudo, juntamente com Meile Kölher, explica como estes dois factores afectaram o seu organismo.

A evolução desenhou um mamífero adaptado para poupar energia e assim sobreviver. Através do processo de selecção natural, o seu cérebro foi ficando mais pequeno, até ter metade do tamanho do das cabras da Península Ibérica. Esta mudança afectou a sua capacidade de visão e audição – que se tornou muito mais reduzida – o que não era um problema, visto não ter predadores.

Além disso, esta cabrinha também não corria, apenas andava. As suas patas eram curtas e tinham fusões nas articulações, o que as impedia de galopar. O seu ritmo metabólico era muito lento e só atingiam a maturidade aos 12 anos. “Era uma espécie de mamífero de sangue frio, um caso único”, dizem os investigadores.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cabrinhas contra os incêndios!!! :) mééééé

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O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro, que une as regiões vizinhas de Portugal e Espanha, vai começar a introduzir, nesta área, 150 cabrinhas, a partir do próximo ano. O objectivo é usar as minhas priminhas como estratégia de limpeza de campos e matas.

Ao abrigo do projecto Self-Prevention, os distritos de Bragança, Guarda, Salamanca e Zamora vão ser contemplados com este modelo de auto-gestão sustentável do solo. Está previsto um investimento inicial de 48 milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários e dos governos de Portugal e Espanha.

O projecto contempla ainda o desenvolvimento social e económica das região do Douro, pelo que são esperadas receitas anuais superiores a 30 milhões de euros anuais, provenientes da exploração pecuária e do dinamismo gerado com os 558 postos de trabalho previstos.

As cabrinhas serão colocadas em campos agrícolas e montes abandonados, para que desta forma possam evitar a vegetação excedentária no solo, vegetação esta que já não irá arder com os calores tórridos do verão, contribuindo para a diminuição dos incêndios florestais.

Caberá aos sócios locais (produtores, administração pública e proprietários) contribuir para a criação dos rebanhos ou para a disponibilização de terrenos.

Para a gestão do rebanho será criada uma empresa de capitais mistos público-privados, que vai contar com 15 lojas e 12 queijarias, entre outras valências.

;) méééé